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terça-feira, 22 de abril de 2014

Alma




A busca do homem pela compreensão da alma, essência divina e base da consciência imortal, que peregrina através das reencarnações a caminho da iluminação.




O conhecimento que o ser humano pode ter da realidade da alma é um conhecimento que ele vem adquirir em toda a sua existência, pois inúmeras pessoas desconhecem que, além do corpo físico cada um tem uma alma imortal que dirige seus atos.

Mesmo os que dizem saber que o ser humano é formado de corpo e alma, desconhecem a sua participação na vida humana e que a mesma se manifesta pelo pensamento, pela inteligência, pelo senso de responsabilidade, pelo caráter, pela consciência, pela vontade, pelo livre arbítrio, pela intuição e pelo anseio, muitas vezes oculto, a responsabilidade pela sua existência e amor que deve dispensar a todos os seres da natureza, e especialmente, as criaturas humanas, independentemente de sua idade, raça, condição social e econômica e do seu próprio estado físico.

Todo ser humano é uma alma pensante que se identifica com atributos próprios e não pela sua aparência física ou pelos seus adornos complementares.

A alma é um ser de constituição energética que apresenta forma humana, amoldando-se a sua idade, sexo e características do corpo no qual imprime a sua vitalidade.

    O homem foi feito alma vivente, criou Deus o homem a sua imagem e semelhança, criou macho e fêmea.

  Sabemos que a alma desfruta do privilégio da imortalidade, “Tu Senhor, livraste a minha alma da morte”.

        De acordo com Allan Kardec em o livro dos médiuns diz que na formação do ser humano há a participação do corpo físico e da alma o espírito, afirma que “o espírito é o elemento principal dessa união, pois é o ser pensante que sobrevive a morte”. 

Segundo Kardec, o espírito dispõe sempre de faculdades que lhe são próprias. Ora não são os órgãos que dão as faculdades e sim estas que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos, condicionando o organismo aos estados de saúde e doença.

        Em virtude de sua natureza espiritual, e na condição de estar vivificando um organismo biológico, a alma realiza em cada criatura, o encontro entre o humano e o divino.

   Como espírito encarnado o ser humano tem a sua dignidade que deve ser respeitada, não obstante a situação que se encontra e as faltas que tenha praticado, é um ser em fase de evolução.

        Cada um pode conduzir livremente sua vida, procurando praticar o bem e desfrutar condições progressivamente melhores. 

Dispondo de novas visões interiores o homem reconhece as peculiaridades de sua alma, embora algumas vezes oculta, manifesta sua própria essência e a sua participação em todos os atos da vida humana, o estudo atual sobre a alma já é feito também pela ciência.


Atributos do cérebro





          O cérebro apesar das aparências não é o criador dos pensamentos, mas um recurso para manifestação de outros atributos da alma.

       A humanidade encontra-se no limiar do alvorecer da nova era que se aproxima, A ERA DO ESPÍRITO.



A alma e o espiritismo





        Alguns conceitos em ‘O Livro dos Espíritos’ são aqui transcritos livremente no seu conteúdo por serem indispensáveis à interpretação que se procura dar, no presente texto, sobre a realidade da alma ou espírito, de acordo com os conceitos da doutrina espírita:

1 – Os espíritos são os seres inteligentes da criação e se caracterizam pela sua individualidade. Tem a oportunidade de evoluir.

2 – O pensamento, a inteligência, as qualidades morais e a consciência são atributos da alma.

3 – As almas são espíritos encarnados. Fazem parte da constituição dos seres humanos, temporariamente, para se purificarem e esclarecerem, e fora deles, como espíritos a povoarem o Universo.

4 – A participação dos espíritos na formação dos seres humanos faz-se através do processo de reencarnação, um fenômeno de associação, advindo-lhes a oportunidade de evoluírem, pois todos os espíritos tendem à perfeição.

5 – O espírito é revestido por um envoltório sutil – o perispírito – que no organismo humano constitui o liame entre a alma e o corpo físico e, após a separação que se realiza no desenlace, o perispírito também se desprende do corpo e se mantém unido ao espírito.

6 – Os atributos da individualidade humana são os do espírito encarnado. Assim, um homem de bem é a encarnação de um espírito bom e um homem perverso, a encarnação de um espírito ignorante.

7 – Os seres que cometem faltas, que agridem a lei, não retrogradam espiritualmente. Mantêm estacionários e, se não tiverem a oportunidade de reparar, na mesma existência, as faltas cometidas terão que retornar em encarnações futuras, quantas sejam necessárias.

8 – Os espíritos sofrem, quer no mundo corporal quer no espiritual, as consequências das suas imperfeições.

9 – Para os espíritos, a encarnação pode ser um ato de expiação ou de missão. É de expiação para os espíritos imperfeitos que têm necessidade de enfrentar diferentes dificuldades e sofrimentos como seres humanos.

 Para os espíritos mais evoluídos, a reencarnação constitui uma missão que eles aceitam prazerosamente, com o fim de ajudar os seres humanos a alcançar mais rapidamente o progresso nos diferentes setores da vida. São almas primorosas que podem reencarnar isoladamente ou em grupos, e mesmo em diferentes países: distinguem-se  pelos seus dotes científicos, artísticos, culturais entre outros. Identificam-se pelos seus ideias de amor aos semelhantes, procurando incentivar o progresso e o bem-estar dos seres humanos nas diferentes áreas de atuação, motivando a evolução da consciência humana nos ideais de paz, fraternidade e progresso.



Extraído da revista: Caminho Espiritual. Ed. 24 Pag. 12 (www.rcespiritismo.com.br)
  

terça-feira, 8 de abril de 2014

Fotografia Kirlian


Bioeletrografia de uma folha.  Na foto obtida por este processo, aparece uma luminescência felpuda ao redor dos contornos dos objetos fotografados, resultantes da ionização dos gases que ali se encontram, onde fótons são produzidos e ali ficam registrados.




Em 1939, a técnica viria a ser conhecida, na União Soviética, sob a denominação de "efeito Kirlian", em homenagem a Semyon Davidovich Kirlian. 


O método consiste em fotografar um objeto com uma chapa fotográfica, submetida a campos elétricos. O resultado é o aparecimento de uma aura, ou melhor, um "halo luminoso" em torno dos objetos, seja ele qual for, independente de ser orgânico ou inorgânico.


Desde que o assunto surgiu na antiga URSS, foram realizadas muitas pesquisas e ainda hoje não há evidências conclusivas de que o que é registrado nas fotos tenha alguma utilidade na avaliação do estado emocional e de saúde, ou no diagnóstico de doenças. No entanto, a utilização da fotografia Kirlian foi aprovada em 1999 pelo Ministério da Saúde da Federação Russa para uso como ferramenta auxiliar de diagnóstico médico, na sequência de um estudo realizado na Universidade Governamental de Medicina de São Petersburgo que sugere alterações significativas no padrão observado na bioeletrografia em portadores de asma antes e após tratamento, e correlação com o estado emocional dos mesmos.




Bioeletrografia das pontas  dos dedos. Em 1999 a técnica foi reconhecida pelo Ministério da Saúde da Federação Russa e em 2000 pela Academia de Ciências da Rússia, sendo recomendado o seu uso nas instituições de saúde daquele país como um instrumento científico auxiliar de diagnóstico, recomendado para uso na Prática Médica.







Estudo complementar

terça-feira, 1 de abril de 2014

OS CHAKRAS EM RELAÇÃO AS GLÂNDULAS ENDOCRINAS


              Os chakras catalizam energias vitais que enviam para os plexos, sendo conduzidas para todo o organismo através do sistema nervoso. Conforme a região do corpo na qual se localiza, o Chakra tem capacidade de maior absorção de uma determinada medida de cada energia correspondente a uma cor, que é conduzida para o organismo através dos meridianos. Por isso a cada chakra é atribuída uma cor. Mas que tipo de relação é esse e porque é tão importante citá-la? Bem, nosso corpo necessita de três tipos de "alimento" para manter-se vivo: alimento físico – comida sólida ou líquida, ar - que respiramos, e éter – bioenergia essencial à vida. Essa bioenergia, que está contida em cada parte de nossos corpos (físico e energéticos) e alimenta os chakras, percorre o caminho em ondulações e não em linha reta como as ondas de luz (veja a figura acima). Para vivermos bem e equilibradamente é preciso saber como  absorver, digerir e metabolizar as muitas formas de energias com as quais estamos em contato. 

GLÂNDULAS ENDÓCRINAS - é sabido que o sistema endócrino é o responsável pelo equilíbrio geral do organismo, sendo o principal produtor dos hormônios essenciais para o bom funcionamento físico, mental e emocional. No artigo anterior já abordamos as patologias de sua disfunção e a relação com o desequilíbrio de cada chakra. Qualquer disfunção nos chakras afeta as glândulas correspondentes. Este distúrbio ocorre pela alteração na rotação do chakra em desequilíbrio, que passa a não captar energia para aquela região e acaba drenando energia para fora do corpo. Desse modo, interfere no metabolismo dos órgãos relacionados a ele. Portanto, podemos afirmar que muito antes do desequilíbrio atingir o físico em forma de patologia, origina-se no campo energético sutil. Vejamos agora com mais detalhes a posição e as funções de cada glândula endócrina.




1. Glândulas Suprarrenais (chacra básico, vermelho)

2. Gônadas/Glândulas Sexuais (chacra esplênico, cor Laranja) 

3. Pâncreas (chacra esplênico, cor Laranja) 

4. Timo (chacra Cardíaco, cor Verde) 

5. Tireóide e Paratireóides (chacra Laríngeo, cor azul) 

6- Hipófise (chacra Frontal, cor índigo)

7- Pineal (chacra Coronário, cor violeta)

EXTRAÍDO DO SITE http://rharomasy.blogspot.com.br/2011/09/saiba-mais-os-chakras-ii-relacao-com-as.html

OS CHAKRAS E O PAI NOSSO

Os Chakras e o Pai Nosso  



Para que esta energia de alta freqüência possa ser percebida pela materialidade humana, tem que ser rebaixada — Como se faz com a energia elétrica de alta voltagem, que deve ser transformada (por um transformador) — para que possamos utilizá-la.

A oração do Pai Nosso é uma interessante seqüência de afirmações e petições, que se inicia num nível vibratório de alta freqüência, altamente mística, e vai decrescendo até freqüências mais baixas, puramente éticas.
A oração do Pai Nosso é como um caminho, porque passa a energia dentro de um transformador. O transformador, no caso, é o corpo, com seus diversos níveis de troca de energia.

As trocas de energia no corpo fazem-se através de plexos nervosos, com ritmos vibratórios distintos, que se distribuem pelo corpo em locais denominados “chacras”.
A energia divina é chamada, pela invocação de Deus. Entra pelo alto da cabeça, e vai sendo progressivamente transformada, a cada chacra que passa, até atingir o nível vibratório do chacra básico (genital), onde se encontra nossa materialidade.
Traz, desta forma, Deus até nós!

Vamos acompanhar, passo a passo, essa transmutação da energia divina, para que tenhamos uma compreensão da grandeza desta oração que Jesus nos deixou.

Chakra Coronário — Chamado da energia

Pai nosso que estás nos céus.

Esta primeira afirmação consiste na chamada da energia do Alto, na entrada desta energia pelo alto da cabeça, através do plexo coronário, que, segundo os orientais, tem mil pétalas e gira com incrível velocidade.

Pai!

A prece se inicia com a chamada: — Pai! Esta simples afirmação, identificando Deus como Pai, é de um extraordinário alcance. Ao chamarmos Deus de Pai, estamos nos identificando como Seus Filhos. Como Filhos, temos a potencialidade do Pai em nós. Nos identificamos com Deus em um nível energético extremamente elevado.
Neste momento captamos a energia do alto!

Nosso

Quando dizemos “Nosso”, entendemo-nos como Irmãos de todos os seres. O Pai é Nosso; não é só meu, porque somos todos Irmãos.

Esta conceituação amplia a anterior. A energia contida nesta afirmação – Pai Nosso! – é possível explicar, mas é impossível a um ser humano comum sentir esta afirmação com total percepção de amor. A emoção contida na total compreensão desta afirmação, seria de tal magnitude, que destruiria o sistema nervoso de um homem comum.

A grande mística, Santa Terezinha, não conseguia dizer a oração do Pai Nosso: quando iniciava a oração, perdia os sentidos. Santa Terezinha, nesse momento, tinha percepção e consciência desta energia de altíssima freqüência. Freqüência que o organismo humano não tem estrutura para suportar.

Que estais nos céus

Deus que está em toda parte, que impregna tudo, que É! Este é o conceito que Deus transmitiu a Moisés, quando este perguntou-lhe quem Ele era. A resposta foi:
- “Sou aquele que É!”

Nesta primeira afirmação da oração, temos a identificação de Deus, e a chamada do “Nome de Deus”.
“Aquele que É”! Jafé! Jeová ! Iod-Hé-Vau-Hé!
Nome que a boca humana não é capaz de pronunciar!

Explicar tais conceitos é possível; senti-los, entretanto, é totalmente impossível ao ser humano normal. Como se pode ver por este início, o que está escrito nos evangelhos transcende em muito a aparente simplicidade das palavras. A grandeza do Evangelho não está na letra morta, mas no espirito de quem o lê.
O Evangelho é vivo!

Chakra Frontal

Santificado seja o vosso nome.

Entender esta petição, temos que antes entender o que quer dizer “santificado”.
Santificado – “Que seja considerado Santo”.
Santo envolve o conceito de perfeição e de universalidade

Com esta petição mobilizamos a energia pela passagem no Chacra Frontal. A energia transformada, neste ponto, já permite uma certa compreensão, que muito se aproxima de uma inspiração, e que pode ser percebida através da região frontal ou do “terceiro olho”.

Chakra Laríngeo

Venha a nós o vosso reino

Na petição anterior pudemos ter uma pequena inspiração do que seja o “Reino de Deus”. Nesta segunda petição mística, pedimos que este “reino”, esta harmonia de todos e de tudo, venha a até nós.

Chakra Cardíaco

Seja feita vossa vontade assim na terra como nos céus.

Claro que a vontade de Deus se fará sempre em todos os lugares! Independendo da nossa vontade e das nossas rogativas. Nossa vontade não é oriunda da mente racional, como muito pretensiosamente julgamos. A vontade é um impulso que parte de dentro do coração, que a mente transforma e adapta às suas necessidades.

A figura de céu e terra, colocada neste ponto da oração, é de uma clareza e de uma beleza poéticas.

Podemos ver que a cada descida da energia, fica mais compreensível o entendimento, e mais clara a correlação com os plexos energéticos (chacras) do corpo humano.
Neste ponto encerram-se as 3 petições que são de conteúdos místicos, passando-se às 4 seguintes que são de conteúdo ético.

Chakra Umbilical

O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

As petições éticas são de mais fácil entendimento. A energia já se encontra em níveis vibratórios próximos à nossa consciência.
De uma forma poética, o pão está representando todas as nossas necessidades de sobrevivência neste mundo. Difícil achar forma mais clara de expressar tal abrangência.

“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje” – não o pão do dia de amanhã: somente o de cada dia, a seu tempo.
Esta petição envolve não só a satisfação de nossas necessidades materiais, como também as psicológicas, pedindo que tenhamos confiança e fé de que o pão de amanhã será servido a seu tempo. Que não tenhamos ambição e ganância para acumular tesouros terrenos, que as traças e a ferrugem destróem.
A primeira petição ética é claramente a ativação do Plexo Solar, Umbilical ou do Estômago, que é representado pelo Chacra Umbilical.

Chakra Esplênico

Perdoa as nossas dividas, assim como nós perdoamos os nossos devedores.

Esta petição, que de inicio parece mística, é uma forte petição ética, como vamos ver a seguir. Nas nossas dívidas estão as nossas culpas. Quando temos culpa, ficamos vinculados a essa culpa de uma maneira quase física.

A culpa nos prende pela emoção. A emoção é diferente do sentimento; é acompanhada de manifestações físicas (calafrios, rubores, suores, arrepios). As emoções são percebidas através do abdome. Os vínculos obsessivos com entidades espirituais fazem-se através do Plexo Esplênico.

Como é possível perdoar nossas culpas? Seria injusto Deus perdoar uns e não perdoar outros. Não é Deus que perdoa nossas culpas, somos nós mesmos! Perdoamos na medida em que nos tornamos capazes de perdoar os nossos devedores. Quando conseguimos perdoar nossos devedores, desfazemos esse vínculo esplênico da culpa.
Perdoar os nossos devedores não é uma atitude mística, e sim ética.

Perdoar, ou não, os nossos devedores, é mais importante para nós do que para o devedor. Perdoar é uma atitude lógica, racional, e do interesse de cada um. Na medida em que perdoamos é que somos perdoados. Por mais que sejamos perdoado, só estaremos perdoados, quando nós mesmo nos perdoarmos!
Esta segunda petição ética é colocada de uma forma impressionante sobre o Plexo Esplênico, orientando a forma com que a energia tramita por este chacra.

Chakra Sacro

Não nos deixeis cair em tentação.

Esta petição tem características muito interessantes. Não se pede aqui para que não existam tentações. Também não se pede que não sejamos submetidos às tentações. Que existam! Que sejamos tentados! Que tenhamos força para não cairmos nelas!

Não podemos evitar as tentações da matéria, porque vivemos nela. Viver na matéria é a principal finalidade de nossa existência neste “eon”. Não podemos pedir que nos liberte do mundo! Pedimos que não fiquemos presos às tentações do mundo. Que saibamos viver no mundo sem ficarmos presos às coisas terrenas.

Com esta terceira petição ética chegamos com a energia divina até nossa materialidade terrena.
Nossos plexos Sacro e Genital (básico) são a parte do nosso corpo que nos põe em contato com o mundo material.
Neste ponto, temos mais uma interessante colocação desta prece, quando separa o chacra sacro do chacra básico. Há entre os estudiosos dos chacras aqueles que os consideram como um único chacra. 

Chakra Básico

Livrai-nos do mal.

Esta ultima petição ética é de difícil interpretação. Ficou claro na petição anterior, que a tentação não é o mal.
O que seria este mal? Poder-se-ia entender o mal como sendo o caminho da satisfação dos sentidos, o mergulho do homem na sua materialidade. Sendo este caminho uma opção de fé e de vida. Alegam alguns magos negros que esta seria um opção divina. Já foi o próprio Deus que nos colocou os sentidos e nos proporcionou o prazer em satisfazê-los.

A doutrina de Jesus é clara em mostrar que é mesmo necessário que tenhamos nossos sentidos satisfeitos, até o momento em que tenhamos chegado ao fim do poço da jornada da satisfação destes sentidos. Para então reiniciarmos o caminho de volta a Deus. Como bem está demonstrado na parábola do Filho Pródigo.

O homem é sem duvida muito mais que a sua materialidade. A plena satisfação da materialidade não conduz o homem á felicidade. Este fato está sendo demonstrado de modo prático e claro, neste fim de ciclo pelo qual estamos passando. O homem vem tendo todas as suas necessidades satisfeitas pelo progresso da ciência e da tecnologia, sem que isto o torne mais feliz. Esta interpretação não faz sentido, não só nesta prece, como também não se sustenta por si mesma.

O verdadeiro mal também não consiste em se ser mau. A grande maioria dos que são maus, o são por defesa, por medo, ou por ignorância. “Deus faz nascer o sol todas as manhãs igualmente para os bons e para os maus”. Não se pode aceitar que exista um mal organizado, que se contraponha ao bem e à harmonia de Deus. Desta forma estaríamos aceitando um Deus que não seria onipotente. Não há dualidade entre bem e mal.
Fazer o mal gera uma reação externa, que se volta contra o próprio homem, criando agressões dos outros homens ou do meio.

Com esta ultima petição, se encerra esta maravilhosa oração.
A energia divina foi trazida até nós, rebaixada gradualmente através dos nossos vórtices de energia (chacras), vindo finalmente nos dar um impulso de vida. Impulso para que sigamos adiante!
Para que andemos!
Para que vivamos!
Amém!


EXTRAÍDO DO SITE http://leoacristica.wordpress.com/2011/05/19/os-chakras-e-o-pai-nosso/

terça-feira, 25 de março de 2014

A aura humana




O que significa aura, que os sensitivos afirmam ver ao redor de todas as pessoas?
Aura humana é o campo de energia decorrente da vibração particular que cada indivíduo emite. São raios luminosos com diferentes intensidades e cores.

De onde provém os raios luminosos que compõem a aura humana?
A maior parte da luminosidade, observada ao nosso redor, provém da energia vital ou fluido vital que todo ser biológico possui. Essa bioenergia gera um halo ou círculo vital, facilmente captável pelos sensitivos paranormais ou médiuns. Há quem denomine esta parte da aura como “aura vital”. Porém, além da energia vital, todo o nosso ser, desde a essência espiritual, emana ondas que contribuem para a constituição da aura.

No exercício da caridade com os espíritos sofredores, há alguma utilidade no conhecimento de questões como a aura humana?
Os sofredores, já modificados para o bem, apresentarão círculos luminosos característicos em torno de si mesmos, à medida que concentram suas forças mentais nos esforço pela própria modificação. Estes estão aptos a sintonizar o auxílio que podemos lhes direcionar.

A expressão doce e comovente dos hábeis manipuladores das palavras, que costumam esconder a verdade, podem produzir auras luminosas?
Não há como se escamotear a real emanação das vibrações da mente e dos sentimentos. Os indivíduos mentirosos, mesmo aqueles que verbalizam comovedoras palavras, produzem energias densas e trevosas.

Órgãos enfermos determinam modificações na aura humana?
Sem dúvida. Órgãos desvitalizados geram modificações na vibração de nossa energia vital e sabemos que esta energia constitui significativa fração da nossa aura.

Os espíritos desencarnados também possuem aura?
Sim, pois pensam e sentem, além de possuírem um corpo espiritual que emite energias as quais se traduzem por ondas de matizes diversos.

A aura de um encarnado pode ser invadida pela aura de um espírito perturbador?
Apenas quando houver entre ambos um histórico que os vincula ou uma similaridade de posturas mentais.

O que se observa, no caso das energias, quando um espírito perturbador “invade” a aura de uma pessoa encarnada?
Comumente, fios cinza-escuros, que se assemelham a tentáculos de um polvo, com o aspecto desagradável e até nauseabundo. Esses fios costumam se fixar nos chakras, isto é, centros de força tanto do duplo etérico como do perispírito. Há inúmeras variantes conforme o gênero de influência e a intensidade da ligação.

No caso de espíritos superiores, como os clarividentes percebem a cor de suas auras?
São sempre cores agradáveis, não apenas belas à percepção visual, mas, sobretudo, produzem efeito benéfico na alma dos circunstantes. São percebidas emanações que lembram as cores do Sol, do ouro, da opala, róseo vivo, azul-celeste, verde-claro, violeta suave e outros aspectos  que nos escapam a lembrança, até um fantástico arco-íris de luz.

O aspecto da nossa aura é mutável? E quanto aos espíritos?
Sem dúvida, em todos, encarnados, a aura é mutável e dinâmica. Nós adicionamos novas energias e modificamos nossa aura a cada sentimento e pensamento novo.

Energias de luz podem sofrer influência das vibrações desequilibradas emitidas pela aura de seres perversos?
Energias de luz só dissipam ou desintegram as energias densas.

Aura é mesmo que psicosfera?
Na essência sim, embora se costume utilizar o termo psicosfera para se referir à aura de um ambiente ou de um local. Assim: a psicosfera de sessão mediúnica, do hospital, do sanatório e até a psicosfera da Terra.

Texto da Revista Cristã de Espiritismo (Ano 14, número 123, página 14)

Site: http://www.rcespiritismo.com.br/



terça-feira, 4 de março de 2014

O PERISPÍRITO






"O perispírito, também conhecido como corpo fluídico dos Espíritos e que une o corpo e o Espírito, é uma espécie de envoltório  semimaterial. A morte é a destruição do envoltório grosseiro [corpo físico]. O Espírito conserva o segundo, que constitui para ele um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode se tornar acidentalmente visível e mesmo tangível, como sucede nos fenômenos das aparições.

O perispírito não é igual em todas as pessoas, ainda que os elementos constituintes sejam os mesmos.  A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu belprazer e, por conseguinte, não podem passar, à vontade, de um mundo para outro. O envoltório fluídico de alguns deles, se bem que etéreo e im­ponderável com relação à matéria tangível, é  ainda pesado demais, se assim nos podemos exprimir, com relação ao mundo espiritual, para não permitir que eles saiam do meio que lhes é próprio. Nessa categoria se devem incluir aqueles cujo perispírito é tão grosseiro, que eles o confundem com o corpo carnal, razão por que continuam a crer-se vivos [encarnados].” 



Importa considerar que o perispírito não se acha encerrado nos limites do corpo, como numa caixa. Pela sua natureza fluídica, ele é expansível, irradia para o exterior e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera que o pensamento e a força da vontade podem dilatar mais ou menos.” Tal propriedade, chamada expansibilidade, permite que as pessoas se comuniquem entre si e permutem, à revelia, impressões, sentimentos e até pensamentos. 

“É por meio da perispírito que os Espíritos atuam sobre a matéria inerte  e produzem os diversos fenômenos mediúnicos.” Da mesma forma, comunicam-se com os encarnados, transmitem-lhes bons ou maus pensamentos, de acordo com o grau de moralidade que possuem, ou transmitem informações corretas ou equivocadas, segundo o conhecimento que tenham. Produzem obsessões e são capazes de se imiscuir na vida dos  que vivem no plano físico."

Extraído do site: http://www.febnet.org.br/blog/geral/colunistas/o-perispirito/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014



BÍBLIA: CRER OU NÃO CRER?





Com tanto simbolismo, erros de tradução e adulterações, devemos crer na Bíblia cegamente?

Não é cristão quem pensa que só sua crença salva, pois atrás disso estão o egoísmo e o orgulho.
As religiões cristãs são iguais na sua essência, pois o seu fundamento é o amor a Deus e ao próximo. João Evangelista afirma que quem diz que ama a Deus, mas odeia seu semelhante, é mentiroso. (1 João 4:20). Paulo nos recomenda que não nos consideremos melhores do que dos outros (Romanos 3:9). E Jesus nos ensina que não devemos condenar ninguém. Disso se conclui que o amor a Deus e ao próximo é mais importante do que crer em uma doutrina. Mas para muitos cristãos é o contrário.



Chega de hipocrisia

A coragem de alguém dizer que não aceita determinada doutrina pode identificá-lo como um verdadeiro seguidor da verdade e, pois, do Nazareno, que valoriza muito a sinceridade e condena veementemente a hipocrisia. Aos fariseus hipócritas, ele chamou de sepulcros caiados, dizendo-lhes que as prostitutas os precederiam no reino dos céus. É por isso que eu considero mais cristão aquele que diz publicamente que não crê em um dogma do que aquele que confessa crer, mas apenas por conveniência ou medo de dizer o contrário.




Símbolos e deturpações

A Bíblia é o livro que mais une e separa os cristãos. E as separações se devem principalmente às suas interpretações abusivas, ora literais, ora alegóricas. A maioria dos textos bíblicos é simbólica. Jesus disse à mulher samaritana, à beira do Poço de Jacó, que lhe daria uma água viva, e que ela não teria mais sede. Essa água é simbólica, não sendo, pois, H2O. De outra feita, ele afirmou que era "o pão da vida que desceu do Céu". Mas ele não é pão comprado na padaria!
E Ele disse, na ssua última ceia com os seus apóstolos, que o pão que eles comiam e o vinho que bebiam eram seu corpo e seu sangue. Por que a interpretação dessa passagem bíblica tem que ser literal, se, como vimos, muitas questões bíblicas são simbólicas? Isso separa os protestantes , espíritas e evangélicos dos católicos. E, se a missa é a repetição do sacrifício incruento (simbólico, sem sangue) do Calvário, como o vinho pode se transformar no sangue real de Jesus? Li de um teólogo que os padres são mais  importantes do que Nossa Senhora e os anjos, por eles terem o poder de transformar o pão e o vinho no corpo e sangue de Jesus.
Com todo respeito, não seria essa vaidade dos sacerdotes a causa da exaltação com que muitos deles defendem o dogma da Transubstanciação? E como muitos deles dizem que Jesus é também Deus, então os padres criariam Deus nos altares, diariamente, quando sabemos que Deus é incriado?
É surpreendente a teimosia de muitos líderes religiosos na defesa dos erros teológicos do passado, o que é responsável pelas divisões, cada vez mais numerosas, entre os cristãos. Ademais, ao longo dos séculos, infelizmente, a Bíblia se tornou um dos livros mais falsificados que existem. E ainda há os que, ingenuamente querem vê-la como sendo, literalmente, a palavra de Deus, na qual se deve crer, pois, segundo eles, cegamente.  



Revista Cristã de Espiritismo Ano 12 - número 96 - página 44 - Estudos bíblicos por José Reis Chaves

Sobre o texto, acima, Dona Diva faz questão de afirmar: "Nossa fé será e deverá ser sempre uma fé raciocinada."